RISOTRIL: PARACETOMAR COSPARÇA

Um erro bem comum que encontramos no mundo moderno, é associar bom humor com falta de comprometimento, e seriedade com capacidade intelectual. Enfrentamos uma era em que ser normal é sofrer por antecipação, remoer críticas, mágoas e ser emocionalmente desprotegido. Anormal é rir da própria situação e encarar a vida com a leveza que ela merece.

Ao longo dos anos, a sociedade em geral, foi moldada e aculturada para viver com o foco no problema ao invés do foco na solução. Fomos programados para nunca nos contentarmos com o que temos e o resultado desse comportamento que beira a patologia é deixarmos a alegria e o senso de humor para um momento futuro que poderá nunca chegar. A grande verdade é que hoje não “pega bem” ser bem humorado, pois esse comportamento pode te rotular como uma pessoa alheia aos problemas da vida e descomprometida.

Na contramão dessa triste constatação, encontramos uma palavra muito explorada no mundo corporativo, no entanto, pouco entendida na concepção da palavra, o “Protagonismo”.

Muito se defende que o ser humano deve assumir o papel de protagonista da sua vida, porém, o ponto de discussão não pode ser o protagonismo em si e sim, o gênero pelo qual se deseja ser protagonista. Protagonista todos nós somos. Somos protagonistas da nossa vida, da nossa história e ninguém pode tirar esse direito.

O que encontramos muitas vezes, são protagonistas de gêneros inadequados como por exemplo, terror, suspense, guerra, curta metragem e fantasia. Esses gêneros são considerados inadequados, porque formam vítimas do sistema, ou seja, pessoas que possuem mania de perseguição fazendo da sua vida um filme de terror, que não sabem de onde vieram, onde estão e para onde vão como um clássico suspense hollywoodiano, que vivem imersos em ambientes de brigas e discussões, criando um cenário de guerra, que são mestres na arte da iniciativa sem “acabativa”, pois não constroem uma história sustentável se limitando a um suspiro de atitude ou que pautam sua vida com sonhos intangíveis.

Para endossar essa constatação, basta lermos as manchetes dos principais veículos de comunicação do mundo. As notícias que vemos todos os dias, nos mostram um cenário em que a tragédia tem o papel de protagonista. Fato é: A apreensão e a preocupação, fazem do indivíduo um ser humano considerado “normal”.

É preciso que a sociedade entenda de uma vez por todas, que o bom humor é sinal de saúde e inteligência e não de falta de comprometimento e conteúdo. E para isso, precisamos nos tornar protagonistas do bem, reescrevendo nossa história utilizando os gêneros adequados como ação, romance, animação e comédia.

Às vezes a vida nos dá um sacode para nos lembrar que estamos vivos, e que precisamos sair da letargia largando as migalhas dos bolsos que consideramos a razão da nossa existência e que acabam com nossa saúde e entendermos que esse sacode, tem o objetivo de abrir caminhos condizentes com o nosso potencial. E precisamos enfrentar essas rasteiras com bom humor e pararmos de levar a vida tão a sério saindo da condição de vítima e nos tornando capitão do nosso destino e senhor da nossa alma. Só assim faremos o universo conspirar a nosso favor e alcançamos as tão sonhadas oportunidades.

Lembre-se: mais importante que “colhe o que planta” é, você (ES)colhe o que planta. Por isso, se você deseja colher saúde, amigos, energia positiva e uma boa noite de sono, tomar diariamente uma boa dose de RISOTRIL acrescido de uma grande quantidade de bom humor na sua rotina não é uma opção, é uma OBRIGAÇÃO.

A Q9 adverte: Risotril contém altas doses de paracetomar cosparças, por isso, tome diariamente e SEM MODERAÇÃO!

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